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Esfiha boa é esfiha quente!

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Faz um tempinho que constava da minha lista de “pequenos pecados” ir até o centro de Goiânia comer uns típicos salgados de lanchonete. Não em qualquer lugar (embora existam muitas opções), mas especificamente naquele que, nos tempos de colégio, costumava “bater o ponto” da hora do lanche.

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Pois o lugar continua absolutamente pitoresco! Uma alquimia hipnotizante de cheiros apimentados, temperos acebolados, cores frutadas, superfícies assadas, brilhos gratinados… E, fundamental: o melodioso alarido de clientes famintos e atendentes “pratas da casa”, em meio ao organizado burburinho de pedidos gritados e amistosas conversas de balcão de bar! Tudo isso misturado desperta em nós essa irresistível memória saborosa de um dia feliz… (mas sem o Ronald)

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A “Esfiha Quente” existe desde fevereiro de 1990, no mesmo número 731 da rua 4, no centro da cidade. Vale muito à pena sair um pouco das recentes e badaladas rotas do estilo “Vejinha”, que priorizam os Setores, e dar uma escapulida até o centrão para comer um salgadinho da terra (ou, no caso da “Esfiha Quente”, salgadão). Afinal, o melhor salgadinho do mundo é brasileiro!!! Né, não?

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É batata! Não tem decepção! Quer dizer, é pastel, enroladinho, pizza, empadão, quibe, americano e, sobretudo, esfiha, claro! A única coisa que nunca é salgado no lugar é a conta! (Que só pode ser paga com dinheiro tão concreto quanto o recheio dos salgadinhos: não se aceita dinheiro de plástico, ok? Nada de cartões.) E os sucos? Ah… Os sucos! Tudo feito na hora, com direito às misturas mais inusitadas que cada um seja capaz de inventar. Basta pedir, que o copão chega em segundos.

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Nessa tarde fresca de “Esfiha Quente”, então, eu juntei a fome com a vontade de comer! Ou seja, juntei essa minha adiada vontade “de pecar” com a fome da bebê. Na verdade, ela só virá em dezembro, mas já anda sendo introduzida ao que é bom. E, já sabemos, com desejo de grávida e educação infantil não se brinca! Se aproveita!!!

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Aproveite, também, e dê uma passadinha lá na “Esfiha Quente”, eu recomendo – mesmo que você não esteja grávida(o).

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Esfiha Quente
Rua 4, 731
Centro · Goiânia
(62) 3229-4131

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Ninho da Roxinha

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Como diz a letra de uma marchinha de carnaval: recordar é viver! E o Post de hoje é para lembrar um leitãozinho à pururuca de um restaurante muito charmoso que conheci no último carnaval: o Ninho da Roxinha.

Bem, não esperem que eu diga o porque desse nome, quem ou o que é a Roxinha! São informações profundas demais para alguém que só pensava naquele leitãozinho pururucado que todo mundo recomenda!

GPS conectado, lá fomos nós de Vila Velha-ES rumo a Nova Almeida-ES. A viagem é super tranquila, não tem erro.

A Roxinha (que é como eu ouvi o pessoal capixaba falando) fica no alto de uma pequena colina com uma vista privilegiada para o mar, muito linda! A casa onde funciona o restaurante é toda em madeira, o que faz o ambiente ficar super acolhedor.

Sem mais tititi, vamos aos fatos! Quero dizer, às fotos!!

Pra começar, pedimos torresmo e aipim frito!

E o prato principal: leitãozinho à pururuca, que acompanhava couve refogada!!

Não preciso nem comentar, né?!!!

Quem quiser conhecer mais sobre o local é só clicar: www.ninhodaroxinha.com.br

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Moqueca de raiz

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Neste Carnaval 2011, fomos para Vilha Velha, Espírito Santo. Como, em uma semana, não houve um único dia sem chuva (quer dizer, com praia), tivemos que improvisar (quer dizer, comer).

Para começar, então, nada melhor do que fugir do “circuitão” dos restaurantes de guias turísticos e sair à caça de onde o pessoal local costuma saborear as suas alquimias regionais mais legítimas. No ritmo do Carnaval, ao invés do “samba de raiz”, fomos buscar a “moqueca de raiz”. Assim, logo no segundo dia, fomos a Ilha das Caieiras.

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Como o nome sugere, a área já foi uma pequena ilha, de fato, localizada ao fundo do canal formado pela água do mar que separa o continente da ilha de Vitória, a que hoje a Caieiras está ligada depois de uma série de processos de aterro.

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À época do primeiro donatário da Capitania Hereditária do Espírito Santo (1535), o gajo Vasco Fernandes Coutinho (1490-1561), a ilhota chegou a ser um centro da movimentação comercial para desembarque de mercadorias advindas do interior continental. No entanto, só foi ganhar seu nome durante o século XIX, por causa da fábrica de cal artesanalmente extraído da maceração de ostras, que já não existe.

Hoje, a ex ilhota é um bairro da cidade de Vitória, localizado bem no meio de um dos maiores manguezais urbanos do mundo, e “ficou conhecido em um primeiro momento por suas desfiadeiras de siri, profissão que permanece até hoje. Com tempo, muitas das desfiadeiras abriram seus restaurantes na região, que se tornou um pequeno pólo gastronômico” (Veja São Paulo, 2008). São cerca de 7 restaurantes, todos absolutamente típicos e descontraídos, debruçados sobre um píer ou palafitas como verdadeiros mirantes para o grande manguezal, numa espécie colorida de “Veneza capixaba”.

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Foto: Evandro – Ezoom http://br.olhares.com/aquarela_foto1609765.html

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Depois de algum pequeno embaraço para chegar, enfim estacionamos, caminhamos pelo píer e, apesar da força sedutora do ‘Teresão’, acabamos optando pelo simpático ‘Pirão da Ilha’. Bom atendimento, ambiente familiar, bonita vista, preços aceitáveis, Coca-Cola litro em garrafa de vidro, comida farta e muito, muito boa. Salve Lady Gaga!!!, a cozinheira que, infelizmente, não consegui conhecer (e pedir um autógrafo). Para quem preferir o chamado “regional”, oferecido em um verdadeiro “cardápio” como opção ao “menu”, eu recomendo.

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Casquinha de siri

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Moqueca capixaba de linguado

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Moqueca capixaba de badejo e camarão

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Pirão

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Restaurante Pirão da Ilha
Rua Felicidade Correia dos Santos, 32 · Ilha das Caieiras · Vitória-ES
Telefone: (27) 3323-9996
Especialidade: Moqueca de Robalo e Mariscada
Capacidade para 25 pessoas

http://ilhadevitoria.multiply.com/journal/item/9/Ilha_das_Caieiras


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Nez Bistrô – Recife

Quando estive em Recife no final do ano passado, queria jantar em algum lugar bacana. Como sou leitora de vários blogs, não só gastronômicos, mas também de moda, beleza e afins, me lembrei de um post que vi no blog Garotas Estúpidas, onde a blogueira Camila Coutinho indicava o restaurante do seu pai, em Recife!

Pronto! Só de ver as fotos fiquei tentada e resolvemos ir até lá!

O lugar é super charmoso e aconchegante, sem contar o atendimento, que é nota 10! Mas vamos ao que interessa: os pratos! Resolvemos seguir algumas recomendações da Camila e, de entrada, pedimos “Gratin de Prima Donna“: nacos de queijo prima donna com crosta de açúcar caramelado, queimado com maçarico. Uma delícia!


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Os pratos principais foram:Oxxxxx

1. Robalo com crosta de ervas finas acompanhado de risoto de limão siciliano.

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2. Camarões empanados acompanhados de risoto de alho poró e crisps de Parma. Divinos!

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De sobremesa (a parte que eu mais amo!), fomos de “Chiquita Bacana: petit gateau de banana com sorvete de canela e farofa crocante. Uma perdição!!!

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Fica, então, a dica pra quem for a Recife! Não deixe de conhecer o Nez Bistrô. xxxx

Praça de Casa Forte ,314 Recife-PE | Telefone: (81)3441.7873
Aberto de terça a sábado para jantar e, aos domingos, para almoço!

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Assim como… Água para chocolate

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Sinopse:

Agora você tem a oportunidade de assistir a esse conto erótico que seduziu a crítica e espectadores de todo o mundo. Tita (Lumi Cavazos) e Pedro (Marco Leonardi) estão perdidamente apaixonados. Porém, esse amor é proibido por uma antiga tradição familiar. Para ficar perto de Tita, Pedro se casa com sua irmã mais velha. E Tita para mostrar toda sua paixão por Pedro, prepara pratos que proporcionam muito prazer a todos. Agora, na cozinha de Tita, temperos comuns se transformam em receitas da mais pura paixão. Suas criações trazem as lágrimas de um ardente desejo ou uma dor crônica enquanto Tita e Pedro esperam pelo momento de realizar seus mais secretos desejos.

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  • título original: Como agua para chocolate
  • lançamento: 1993
  • direção: Alfonso Arau
  • atores: Lumi Cavazos, Marco Leonardi, Regina Torne, M. Martinez, Ada Carrasco, Claudette Maille, Yareli Arizmendi, Pilar Aranda, Rodolfo Arias, Farnesio DeBernal, Joaquin Garrido, Regino Herrerra
  • produção: México
  • duração: 104 min

trailer

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Em 2009, meu marido e eu fizemos uma viagem para o Chile. Em Santiago, conhecemos um restaurante que foi inspirado nesse inesquecível filme mexicano.

Como Agua para Chocolate” possui um ambiente muito romântico e descontraído, com uma decoração colorida, uma fonte entre as mesas, e até uma cama usada como mesa. O cardápio é bem variado e oferece também alguns pratos afrodisíacos, claro, para não deixar de remeter à incrível e famosa “codorna com rosas” do filme de Arau.

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Como entrada, comemos  um fondue de queijo com camarões, acompanhado de nachos. Uma delícia!

Como prato principal, meu marido pediu uma costela com cogumelos, enquanto eu comi um salmão com um mix de vegetais. Os pratos eram lindos e muito saborosos!

Se, um dia, você tiver a oportunidade de ir a Santiago do Chile, não deixe de conhecer esse restaurante, mas, antes, assista o filme que, além de ser um clássico imperdível da “realidade fantástica” que caracteriza a literatura latinoamericana desde a Argentina até o México, é meio obrigatório para que se entenda melhor a configuração do lugar, assim como para “entrar no clima”.

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www.comoaguaparachocolate.cl
Av. Constituición, 88 – Santiago – Chile
Fone: (56 02)777-8740

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Peroá: frito ‘pra que te quero’…

O peroá (Balistes capriscus) é um peixe comum em toda a costa brasileira, de focinho comprido, olhos pequenos, escamas ásperas e espinhosas, dentes afilados, carnívoro diurno e geralmente agressivo, mais frequente no litoral capixaba, principalmente o centro-sul, em virtude dos campos de algas caucárias (de formação rochosa), que favorece a sua procriação.

Mais comum em profundidades até 50 metros, ocorre em duas espécies: o peroá-preto, (Balistes vetula) e o peroá-branco (Balistes capriscus), considerado o de melhor qualidade devido à consistência e à maciez da carne, embora sua coloração costume ser verde oliva com reflexos azulados e máculas de várias outras cores em diversas partes do corpo.

Pode alcançar até dois quilos e 60 cm. de comprimento; no entanto, costuma-se capturá-lo entre 500 e 600 gramas. É vulgarmente conhecido em São Paulo como “porquinho” e “peixe-porco” (devido a roncos que emite), em Minas gerais e Rio de Janeiro como “peroá”, e no Nordeste como “cangulo”, além de outros nomes menos comuns, como “fantasma”, “acará-mocó” e “pira-açá”.

É encontrado em quantidade nos mercados entre junho e setembro, quando os cardumes se aproximam mais da costa, devido às mudanças das correntes marinhas. No Espírito Santo, é famoso frito em quase todos os restaurantes e quiosques praianos, acompanhado por qualquer combinação entre salada, arroz, farofa, batata, banana e aipim fritos.

Pode-se encontrar o “peroá frito”, sobretudo o branco, em todo o Espírito Santo, mas, pra quem está pela área metropilitana da capital, e busca uma atmosfera mais pitoresca, à beira da típica areia dourada do local, eu recomendo os quiosques da Praia de Itaparica, em Vila Velha, onde os peixes são frescos, mais bem preparados e melhor servidos do que em quiosques das praias de Vitória, ou mesmo da Praia da Costa, ao lado de Itaparica.

La Taquilla: um bilhete para o sabor

Caso você viaje a Espanha, mais especificamente ao sul do país, será bem possível que queira incluir em seu trajeto as três cidades de maior interesse turístico da região, sobretudo por causa das suas duplas identidades euro muçulmanas: Sevilla (capital da Andalucía), Córdoba e Granada (que me perdoe Cádiz). Certamente, encontrará bares e restaurantes inesquecíveis, num passeio gastronômico que poderá ir da famosa dieta mediterrânica até a culinária marroquina, passando pelos orgulhos ibéricos: os queijos, muitos pães, muitos azeites e, claro, o jamón (que não merece ser chamado de presunto).

Apesar da vertiginosa ascensão espanhola, que saiu do terceiro mundo franquista para o primeiro da União Européia em pouco menos do que 30 anos (graças à sistemática injeção de euros que, agora, começa a cobrar os seus juros), Sevilla, Córdoba e Granada são “cidades que ainda se podem abraçar de uma vez, completas”, como diria João Cabral de Melo Neto. Assim, quando passar por esta “nova Granada de Espanha”, ruas limpas, calças grandes e reurbanizadas, metrô de superfície, ônibus confortáveis, monumentos conservados e alta atividade cultural, será, no entanto, praticamente obrigatório uma parada em um pequeno bar da cidade chamado La Taquilla.

Foto: http://www.flickr.com/photos/29469501@N03/3935216526/

Como acontece com o jamón, você também ficará logo com a impressão de que soa um pouco herético chamar o La Taquilla de bar. Na verdade, é uma bodega que, por conta de suas estupendas opções de vinhos e menu para almoço, no fundo, pode ser um belo de um restaurante (apesar do tamanho). Na verdade, é um reversível; ora bar, ora bodega, ora restaurante, ora os três, dependendo da demanda do cliente.

Embora esteja fora do chamado “casco antiguo”, é muito fácil de chegar e, inclusive, uma ótima oportunidade para se escapar ao curral turístico de sempre “Catedral – Paseo de Los Tristes – Alhambra”. Está localizado muito próximo a uma grande praça chamada “La Caleta”, ao final de uma das avenidas centrais da cidade, “Contitución”. No entanto, o La Taquilla acaba lembrando mais o fato de estar no bairro e redondezas da grande Plaza de Toros de Granada, ao que deve o seu nome (“a bilheteria”) e a sua decoração ostensivamente taurina.

Suas principais características são, primeiro, a excelente atenção personalizada, cuidada pessoalmente pelo proprietário Enrique de la Blanca; segundo, a sofisticada música ambiente, que varia entre o jazz, a bossa nova e o flamenco contemporâneo; e, terceiro, a altíssima qualidade dos seus produtos, como a grande seleção de vinhos, queijos, azeites, o autêntico e mítico jamón “Pata Negra”, e um menu recheado de ingredientes de primeira que não se encontram facilmente em supermercados, os quais compõem, inclusive, o seu refinado “tapeo” (“tapas” são tira gostos que acompanham gratuitamente qualquer pedido de bebida, relativamente comuns em toda a Espanha, mas obrigatórios nos bares andaluzes).

Assim que, se tiver oportunidade, além das “tapas”, que vão desde fatias de pão acompanhadas de jamón e queijo com azeite de oliva até rodelinhas de lula empanadas ou camarão frito, eu recomendo uma pedida do menu composta por:

. verduras frescas na chapa e/ou um sortido de “setas” no azeite (ao menos 5 espécies diferentes de cogumelos), como entrada;

. como segundo prato, “berenjenas con queso de cabra y mermelada” (um picadinho de berinjelas gratinadas com queijo de cabra e geléia de “remolacha”, que é beterraba, mas pode ser de cenoura, pimentão ou até cebola – campeã de pedidos);

. e, para finalizar, postas de bacalhau empanado com molho rosé à base de pimentões, polvilhado com canela e amêndoas assadas (ou com passas e batatas fritas).

Para acompanhar tudo, peça o vinho-vedete da casa, um Rioja tinto chamado “Luis Cañas”. Bom, prefere os brancos? Peça, então, o surpreendente granadino “Calvente”. A questão é, se ainda quiser e tiver espaço para saideiras, belisque a espetacular “Torta del Casar” (um queijo de ovelha espanhol, com “Denominação de Origem Protegida” estremenha, inicialmente sólido mas, levado ao forno e retirada a casca superior como se fosse uma tampa, revela um fondie para untar-se o pão), apesar de muitos enólogos considerarem a combinação vinho + queijo um verdadeiro mito popular,  tanto mais equivocado quanto mais forte for o queijo.

Cabe a sobremesa? “Piononos”, obrigatórios para quem viaja a Espanha, seja com o cafezinho, seja com o “pacharán” (licor medieval de origem navarra feito da maceração da “endrina”, da família das ameixas).

Boa viagem.

Waldir Barreto

La Taquilla : video

Bodega La Taquilla
Calle Ribera del Beiro 7, Granada

Puerto Madero – Buenos Aires

Puerto Madero é um dos bairros mais nobres da cidade de Buenos Aires. Além de ser um centro financeiro, é um dos lugares mais modernos da capital argentina. O antigo porto foi criado no final do século XIX, mas na década de 1990, passou por uma reurbanização que modificou sua paisagem, recuperando e restaurando antigos armazéns e  os transformando em escritórios, lofts, hotéis de luxo e restaurantes.

É uma área muito frequentada por turistas, que procuram ver monumentos como a Puente de la Mujer (Ponte da Mulher ) do arquiteto espanhol Santiago Calatrava e a Fragata Presidente Sarmiento, que é o primeiro navio da Argentina, hoje utilizado como museu.

Em Puerto Madero, você encontra uma enorme variedade de restaurantes, entre eles o El Potrillo, especializado em parrilla típica portenha.

A decoração do restaurante é bem rústica, mas ao mesmo tempo requintada. O salão é bem espaçoso e você tem a opção de maior privacidade, em locais inspirados em estábulos, muito charmosos! O atendimento é impecável!

O prato que pedimos foi o assado de tira, um corte bastante apreciado na Argentina. Esse corte, é a costela do novilho precoce cortada em tiras e sua carne é bem tenra e saborosa!!

Se você for a Buenos Aires, não deixe de conhecer o Puerto Madero e aproveite para se deliciar com a parrilla do El Potrillo! Saiba mais informações sobre o restaurante aqui.

Sorvete argentino

Minha sobrinha foi pra Buenos Aires. Dei algumas dicas pra ela de lugares para conhecer, passeios, restaurantes…e não pude deixar de falar do melhor sorvete da minha vida: Freddo! Ai que vontade viu, principalmente do de doce de leite, ou melhor, dulce de leche!!! Bom demais!! Quem for pra lá não deixe de experimentar!!