Archive for novembro 2010

La Taquilla: um bilhete para o sabor

Caso você viaje a Espanha, mais especificamente ao sul do país, será bem possível que queira incluir em seu trajeto as três cidades de maior interesse turístico da região, sobretudo por causa das suas duplas identidades euro muçulmanas: Sevilla (capital da Andalucía), Córdoba e Granada (que me perdoe Cádiz). Certamente, encontrará bares e restaurantes inesquecíveis, num passeio gastronômico que poderá ir da famosa dieta mediterrânica até a culinária marroquina, passando pelos orgulhos ibéricos: os queijos, muitos pães, muitos azeites e, claro, o jamón (que não merece ser chamado de presunto).

Apesar da vertiginosa ascensão espanhola, que saiu do terceiro mundo franquista para o primeiro da União Européia em pouco menos do que 30 anos (graças à sistemática injeção de euros que, agora, começa a cobrar os seus juros), Sevilla, Córdoba e Granada são “cidades que ainda se podem abraçar de uma vez, completas”, como diria João Cabral de Melo Neto. Assim, quando passar por esta “nova Granada de Espanha”, ruas limpas, calças grandes e reurbanizadas, metrô de superfície, ônibus confortáveis, monumentos conservados e alta atividade cultural, será, no entanto, praticamente obrigatório uma parada em um pequeno bar da cidade chamado La Taquilla.

Foto: http://www.flickr.com/photos/29469501@N03/3935216526/

Como acontece com o jamón, você também ficará logo com a impressão de que soa um pouco herético chamar o La Taquilla de bar. Na verdade, é uma bodega que, por conta de suas estupendas opções de vinhos e menu para almoço, no fundo, pode ser um belo de um restaurante (apesar do tamanho). Na verdade, é um reversível; ora bar, ora bodega, ora restaurante, ora os três, dependendo da demanda do cliente.

Embora esteja fora do chamado “casco antiguo”, é muito fácil de chegar e, inclusive, uma ótima oportunidade para se escapar ao curral turístico de sempre “Catedral – Paseo de Los Tristes – Alhambra”. Está localizado muito próximo a uma grande praça chamada “La Caleta”, ao final de uma das avenidas centrais da cidade, “Contitución”. No entanto, o La Taquilla acaba lembrando mais o fato de estar no bairro e redondezas da grande Plaza de Toros de Granada, ao que deve o seu nome (“a bilheteria”) e a sua decoração ostensivamente taurina.

Suas principais características são, primeiro, a excelente atenção personalizada, cuidada pessoalmente pelo proprietário Enrique de la Blanca; segundo, a sofisticada música ambiente, que varia entre o jazz, a bossa nova e o flamenco contemporâneo; e, terceiro, a altíssima qualidade dos seus produtos, como a grande seleção de vinhos, queijos, azeites, o autêntico e mítico jamón “Pata Negra”, e um menu recheado de ingredientes de primeira que não se encontram facilmente em supermercados, os quais compõem, inclusive, o seu refinado “tapeo” (“tapas” são tira gostos que acompanham gratuitamente qualquer pedido de bebida, relativamente comuns em toda a Espanha, mas obrigatórios nos bares andaluzes).

Assim que, se tiver oportunidade, além das “tapas”, que vão desde fatias de pão acompanhadas de jamón e queijo com azeite de oliva até rodelinhas de lula empanadas ou camarão frito, eu recomendo uma pedida do menu composta por:

. verduras frescas na chapa e/ou um sortido de “setas” no azeite (ao menos 5 espécies diferentes de cogumelos), como entrada;

. como segundo prato, “berenjenas con queso de cabra y mermelada” (um picadinho de berinjelas gratinadas com queijo de cabra e geléia de “remolacha”, que é beterraba, mas pode ser de cenoura, pimentão ou até cebola – campeã de pedidos);

. e, para finalizar, postas de bacalhau empanado com molho rosé à base de pimentões, polvilhado com canela e amêndoas assadas (ou com passas e batatas fritas).

Para acompanhar tudo, peça o vinho-vedete da casa, um Rioja tinto chamado “Luis Cañas”. Bom, prefere os brancos? Peça, então, o surpreendente granadino “Calvente”. A questão é, se ainda quiser e tiver espaço para saideiras, belisque a espetacular “Torta del Casar” (um queijo de ovelha espanhol, com “Denominação de Origem Protegida” estremenha, inicialmente sólido mas, levado ao forno e retirada a casca superior como se fosse uma tampa, revela um fondie para untar-se o pão), apesar de muitos enólogos considerarem a combinação vinho + queijo um verdadeiro mito popular,  tanto mais equivocado quanto mais forte for o queijo.

Cabe a sobremesa? “Piononos”, obrigatórios para quem viaja a Espanha, seja com o cafezinho, seja com o “pacharán” (licor medieval de origem navarra feito da maceração da “endrina”, da família das ameixas).

Boa viagem.

Waldir Barreto

La Taquilla : video

Bodega La Taquilla
Calle Ribera del Beiro 7, Granada

Cocada de forno

Sempre comia essa sobremesa num restaurante aqui em Goiânia! Até que um dia o garçom me informou que o cardápio tinha mudado e essa sobremesa não era mais feita. Fiquei tão triste que comecei a pesquisar, até que achei essa receita! O resultado não ficou idêntico ao do restaurante, mas me deixou muito feliz!! É uma cocada cremosa e com uma crosta crocante!!

Ingredientes:

  • 1 coco seco ralado grosso
  • 4 gemas
  • 4 colheres de sopa de açúcar cristal
  • 1 colher de sobremesa de manteiga
  • 1 lata de leite condensado
  • 1/2 vidro de leite de coco
  • 4 claras em neve

Numa tigela bata bem as gemas, o açúcar e a manteiga. Acrescente o leite condensado, o leite de coco e misture mais um pouco. Coloque também o coco ralado e misture bem. Incorpore as claras em neve mexendo delicadamente e despeje a massa num refratário. Leve ao forno médio, em banho maria, por aproximadamente 1 hora e meia.

Corte os pedaços da cocada ainda quente e sirva com uma calda de melaço e uma bola de sorvete de limão. A combinação é perfeita!!

Julie & Julia

Um filme descontraído e bastante divertido, que conta a história de Julia Child, uma cozinheira que contribuiu para que a cozinha francesa emplacasse nos Estados Unidos. Uma ótima opção para locar nesse fim de semana!

Sinopse:

1948. Julia Child (Meryl Streep) é uma americana que passou a morar em Paris devido ao trabalho de seu marido, Paul (Stanley Tucci). Em busca de algo para se ocupar, ela se interessou por culinária e passou a apresentar um programa de TV sobre o assunto. Cinquenta anos depois, Julie Powell (Amy Adams) está prestes a completar 30 anos e está frustrada com a vida que leva. Em busca de um objetivo, ela resolve passar um ano cozinhando as 524 receitas do livro de Julia Child, “Mastering the Art of French Cooking”. Ao longo deste período Julie escreve para um blog, onde relata suas experiências.

  • título original: Julie & Julia
  • lançamento: 2009
  • direção: Nora Ephron
  • atores: Meryl Streep, Amy Adams, Stanley Tucci, Chris Messina.
  • produção: USA
  • duração: 123 min

Julie & Julia – trailer

Puerto Madero – Buenos Aires

Puerto Madero é um dos bairros mais nobres da cidade de Buenos Aires. Além de ser um centro financeiro, é um dos lugares mais modernos da capital argentina. O antigo porto foi criado no final do século XIX, mas na década de 1990, passou por uma reurbanização que modificou sua paisagem, recuperando e restaurando antigos armazéns e  os transformando em escritórios, lofts, hotéis de luxo e restaurantes.

É uma área muito frequentada por turistas, que procuram ver monumentos como a Puente de la Mujer (Ponte da Mulher ) do arquiteto espanhol Santiago Calatrava e a Fragata Presidente Sarmiento, que é o primeiro navio da Argentina, hoje utilizado como museu.

Em Puerto Madero, você encontra uma enorme variedade de restaurantes, entre eles o El Potrillo, especializado em parrilla típica portenha.

A decoração do restaurante é bem rústica, mas ao mesmo tempo requintada. O salão é bem espaçoso e você tem a opção de maior privacidade, em locais inspirados em estábulos, muito charmosos! O atendimento é impecável!

O prato que pedimos foi o assado de tira, um corte bastante apreciado na Argentina. Esse corte, é a costela do novilho precoce cortada em tiras e sua carne é bem tenra e saborosa!!

Se você for a Buenos Aires, não deixe de conhecer o Puerto Madero e aproveite para se deliciar com a parrilla do El Potrillo! Saiba mais informações sobre o restaurante aqui.

Torta de banana e chocolate

Essa torta de banana é dos deuses! Também é a preferida do maridão!! Cremosa e quentinha por dentro, com uma casquinha crocante e com chocolate derretendo por cima!!! Pra melhorar (se é que tem como…) é muito fácil e rápida de se fazer!!

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 2 xícaras de açúcar refinado
  • 1 colher de sopa de pó royal
  • 1 colher de chá de canela em pó
  • 5 ovos
  • 150 gr de manteiga derretida
  • 9 bananas nanica
  • cubos de chocolate meio amargo

Misture numa tigela todos os ingredientes secos e reserve. Na batedeira, bata os ovos (claras e gemas) por uns 5 minutos, ou até virar um creme fofo. Para montar comece distribuindo as bananas partidas ao meio num refratário. Regue um pouco da manteiga derretida, coloque o creme de ovos e polvilhe a mistura dos ingredientes secos. Repita esse processo até encher o refratário, terminando com os ingredientes secos. Polvilhe mais canela em pó e leve a torta ao forno médio por aproximadamente 35 minutos, ou até que esteja corada. Ao retirar do forno, faça uns furinhos na superfície da torta com a ponta de uma faca e acomode os cubos de chocolate. Sirva a torta ainda quente com uma bola de sorvete de creme.

Biscoitos de gengibre


Essa receita é pra quem já está pensando no natal! Gingerbread: biscoitinhos tradicionais do natal norte-americano que são um excelente opção para servir e presentear os convidados nesta data. Sempre quis fazer esses biscoitinhos, então pesquisei algumas receitas  e encontrei essa aqui que achei bem fácil e saborosa, além do que, os biscoitos ficam uma graça!

Ingredientes:

  • 3/4 de xícara de açúcar mascavo
  • 1/2 xícara de margarina derretida
  • 2 ovos
  • 1/4 de xícara de mel
  • 3 e 1/4  xícaras de farinha de trigo
  • 2 colheres (chá) de gengibre em pó
  • 1  e 1/2 colher (chá) de bicarbonato
  • 1/2 colher (chá) de canela em pó
  • 1/2 colher (chá) de noz-moscada ralada
  • 1/2 colher (chá) de sal

Bata o açúcar e a margarina na batedeira até misturar bem. Adicione os ovos, o mel e bata mais. Em seguida acrescente os demais ingredientes (menos a farinha de trigo) e bata bem. Incorpore a farinha e amasse até formar uma bola de massa. Cubra e leve à geladeira por 1 hora.

Abra a massa com o rolo em uma superfície bem enfarinhada, na espessura de 1/2 cm. Corte nos formatos que desejar, coloque em uma assadeira untada e leve ao forno pré-aquecido (180° C, médio-baixo) por 8 minutos ou até dourar. Deixe esfriar em uma grade. Decore com glacê colorido e deixe secar bem antes de guardar.

Para o glacê  misture 3/4 de xícara de açúcar de confeiteiro peneirado com 4 colheres de sopa de leite e gotinhas de corante alimentício até ficar na cor desejada. Coloque num saquinho de plástico e corte a ponta para confeitar os biscoitos!

Obs: Você pode colocar os biscoitinhos em saquinhos de celofane e amarrar com fitas  pra pendurar na árvore de natal e presentear seus convidados!

Antepasto de berinjela


Hoje eu dei uma “geral” na minha geladeira e achei 3 berinjelas que não podiam esperar por muito tempo pra serem usadas. Assim, pensei em fazer esse antepasto, que além de ser uma delícia, quebra um galho para um lanche da tarde, um petisco pra visita, enfim, vai bem em qualquer ocasião!

Ingredientes:

  • 3 berinjelas médias
  • 1 pimentão vermelho
  • 1 cebola grande
  • 2 xícaras de azeite
  • 2 colheres de sopa de vinagre branco
  • 1/2 xícara de uvas passas sem sementes
  • tomilho, orégano e salsinha a gosto
  • sal e pimenta do reino

Pique em cubos as berinjelas, a cebola e o pimentão. Tempere com o azeite, o vinagre, os temperos frescos picadinhos (tomilho, orégano e salsinha), as passas, sal e pimenta do reino. Coloque tudo numa assadeira média e cubra com papel alumínio. Leve ao forno em temperatura média, por aproximadamente uma hora e meia. Na metade desse tempo, tire do forno, mexa um pouco e volte para o forno. Espere esfriar e guarde na geladeira.

Obs: Se não tiver as ervas frescas pode usar secas, mas sempre prefiro as fresquinhas! Sirva esse antepasto com torradinhas ou pão sírio, fica uma delícia!!

Mesa posta

Essa é uma dica muito boa. Sempre que temos que montar uma mesa mais formal, ficamos na dúvida de qual lado ficam os talheres, os copos, enfim, de como organizar a mesa de uma maneira harmoniosa. É claro, que nem sempre usamos todos esses utensílios na mesma ocasião, assim, basta montar a mesa com o que será usado, nos lugares indicados.

Bolo de cebola

Esse bolo salgado é uma ótima opção para um lanche. Tirei a receita daqui, mas confesso que fiz algumas alterações, como por exemplo acrescentar bacon em cubinhos na massa!

Ingredientes:

  • 3 cebolas picadinhas
  • 3 tomates sem pele nem sementes picadinhos
  • 1/2 xícara de bacon em cubinhos
  • 1 colher de sopa de azeite
  • 3 ovos
  • 1/2 xícara de maizena
  • 1/2 xícara de farinha de trigo
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 1 colher de sopa de salsinha picadinha
  • sal e pimenta do reino a gosto

Em uma panela, sem óleo, frite o bacon até que ele esteja crocante.  Retire o excesso de gordura, acrescente a cebola, o tomate e o azeite e refogue bem. Junte a salsinha e tempere com sal e pimenta do reino. Reserve. No liquidificador bata os ovos, a maizena, a farinha de trigo e o fermento. Junte ao refogado e mexa bem. Despeje a massa em uma forma de buraco untada e enfarinhada. Asse em forno médio por aproximadamente 20 minutos, até que o bolo esteja douradinho!

Comer para pensar, pensar sobre comer

A revolução conceitual do El Bulli

O El Bulli foi criado em 1962 pelo casal alemão Hans e Marketta Schilling como bar para veranistas, cujo nome “bulli” se deveu aos bulldogs que criavam, conhecidos como “bully” em francês. O bar se instalou numa antiga “masía” (construção rural feita de pedras típica da Península Ibérica, de tradição romana) na baía de Montjoi, cidade costeira de Rosas (na chamada Costa Brava), província de Girona, Comunidade Autônoma da Catalunha, Espanha, a cerca de 177 Km. de distância do aeroporto de Barcelona.

Antes dos anos 70, já havia se tornado restaurante e, até 1981, alcançou duas estrelas do Guia Michelin. Em 1984, Ferran Adrià foi incorporado à cozinha e, junto com Juli Soler, adquiriu o restaurante do casal Schilling em 1990. Sete anos depois, conquistou a terceira estrela Michelin. Em 2002, foi eleito o melhor restaurante do mundo. Pouco tempo depois, repetiu o título durante quatro anos seguidos, entre 2006 e 2009, ficando em segundo lugar em 2010, atrás do dinamarquês Noma, de Copenhagen.

Grande parte do atual êxito do El Bulli se deve aos conceitos criados e adotados por Adrià, como a “fusion” (associações inusitadas e combinações de contrários) e a “desconstrução” (isolamento de ingredientes de um prato tradicional então reconstruído de modo incomum); ou técnicas revolucionárias como a “spherification” (processo culinário de moldar um líquido em formas esféricas, empregada no El Bulli para criar um simulacro do caviar). A base teórica das investigações de Adrià provém principalmente da chamada “cozinha molecular”, cuja criação é atribuída ao físico-químico francês Hervé This, quem publicou vários livros sobre a ciência das transformações moleculares na cozinha, e quem instituiu em 1988 a disciplina científica que ele chamou de “gastronomia molecular”, em colaboração com o físico britânico Nicholas Kurti.

Por outro lado, a identidade do El Bulli se deve também à abordagem conceitual da culinária estabelecida por Adrià, assim como a sua forte referência à arte contemporânea. (Em 2007, o diretor da galeria Tate Modern de Londres incluiu Adrià na Documenta 12 de Kassel, Alemanha, junto com o pioneiro da Pop Art, Richard Hamilton.) Na Espanha, o cozinheiro Santi Santamaría se tornou o maior crítico do tipo de cozinha que Adrià representa, sobretudo depois que publicou o seu livro “La cocina al desnudo”.

Este ano, Adrià anunciou que o restaurante fechará completamente ao público durante 2012 e 2013, devido à perda anual de meio milhão de euros, como razão imediata, e devido ao projeto de manter-se funcionando apenas como um centro de estudos de cozinha avançada.

Por enquanto, o El Bulli recebe em um ano cerca de quatrocentos mil pedidos de reservas, de todas partes do mundo. No entanto, atenção: o restaurante abre apenas durante 6 meses no ano, serve um menu de várias dezenas de pratos e o custo médio varia em torno de 300 euros por pessoa.

Este pequeno restaurante espanhol, de decoração discreta e ambiente quase rural, não oferece “comida”, mas experiências cognitivas (não raramente radicais). Num ambiente acolhedor, que costuma não suportar mais do que cerca de 5o pessoas, uma cozinha com 40 “pesquisadores” (comandada por uma espécie de anti cozinheiro, sem nenhum dos trejeitos franceses que criaram o estereótipo) trabalha para transformar sabores em emoções, visões em anedotas, texturas em músicas, cheiros em poesias. No El Bulli, você não come, pensa.

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El Bulli: “nunca vi, nem comi, eu só ouço falar”, mas recomendo.

Waldir Barreto

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O El Bulli publica anualmente catálogos e livros sobre sua atividade, história e menu, assim como edita filmes e DVDs, disponíveis para compra. Dentre aqueles que mais reúnem receitas e dicas, eu indico:

  • ADRIÀ, Ferran; SOLER, Juli; ADRIÀ, Albert. “El Bulli 1998-2002”. Barcelona: RBA Libros, 2002; ISBN: 9788479016821; 496 páginas; 120€ [ Sinopse: Primeiro livro de culinária onde um cozinheiro explica teoricamente a sua concepção da gastronomia e das 371 receitas que formam a edição, suas fontes de inspiração, influências, referências, e razões das técnicas usadas e das emoções pretendidas ].
  • ADRIÀ, Ferran; SOLER, Juli; ADRIÀ, Albert. “El Bulli 2005”. Barcelona: RBA Libros, 2006; ISBN: 9788478716074; 336 páginas; 80€ [ Sinopse: Depois dos dois primeiros catálogos, este registra o ano específico de 2005, plenamente dedicado à investigação e ampliação das linhas de pesquisa do El Bulli ].xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx